QUEM CONTA UM CONTO...
(desde junho/2007 com atualizações periódicas)
Ademir Moreno Aguilar


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O QUE É O PROJETO PENINHA?

=> é contação de estória
do livro Extinção

=> é música do Peninha

=> é oficina de origami
(faça o seu Peninha)

=> é venda de livros autografados


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Ouça a música especialmente
composta para o Peninha
(por Edmilson Bernardinelli)

Eu li a história
do passarinho Peninha...
Numa grande árvore
morava com os pais e seus irmãos
Junto com seus amigos,
o Azulão, o Biquinho,
o Grandão e o Rabinho,
seu irmão Soneca,
brincavam felizes
na grande clareira...

Pega-pega, esconde-esconde, corrida,
assim era a vida
Uma grande festa,
uma grande alegria,
era só diversão!

Peninha voava, voava e cantava
Tinha uma vida feliz
Com os seus amigos
Peninha brincava,
era muito feliz

Mas de repente tudo mudou
O que aconteceu então?
A estória completa
está em um livro
chamado "Extinção"




Livro Infantil "Extinção"
Ilustrado
Bilíngue (Português-Espanhol)

Texto: Ademir Moreno Aguilar
Ilustração: Cláudio Martins

3º lugar no
IV Concurso de
Cuentos Infantiles
"Los niños del MERCOSUR" 2007/2008

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baixe o livro "Duas Horas",
gratuitamente:



ROMANCE "DUAS HORAS":

1º lugar no Concurso Criativo
2007
Promovido pelo
"Projeto A Turba Literária",
que divulga obras literárias
não publicadas ou
publicadas de forma
independente

2009
3º lugar no
"Concurso Internacional
de Literatura",
categoria romance
(Prêmio Jorge Amado)
Promovido pela
União Brasileira
de Escritores do
Rio de Janeiro
UBE - RJ

http://www.aturbaliteraria.com
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17/08/2010 18:28

O LIVRO FOI LANÇADO !!!





Ademir Moreno Aguilar | Comente este texto (1)



05/08/2010 22:07

"CIRANDA DE SONHOS" + "O GATO XADREZ"





" CIRANDA DE SONHOS

Meu nome é João. No lixo de uma casa de gente rica, encontro uma grande caixa de papelão. É a embalagem de um carro com bateria e motor elétrico. Não serve mais para o menino que aí mora, mas para mim é o que mais quero agora.
Levo a caixa para o terrão, um terreno bem grandão, perto do barraco do Pimpão. E quando entro nela, a caixa de papelão logo vira uma embarcação. Com dois cabos de vassoura, vou remando para o alto-mar. É assim mesmo que eu sou, minha imaginação não consegue parar. É assim que eu sei brincar, com brinquedos inventados, porque não tenho como ganhar os brinquedos comprados.
Com um pedaço de mangueira velha, faço um comunicador. Na outra ponta da mangueira, os marujos... "


" O GATO XADREZ

Era uma vez
um gato xadrez

Para quem não o conheceu
era forte, robusto
um pouco preguiçoso, talvez

Adorava comer de tudo
mas tudo de uma vez

Com o olho maior que a boca
o que passava em sua frente ele
NHOC!!

Tanto fazia
leite com canjica
pão com macarrão... "

-.-.-.-

Se você gostou do começo destas estórias, pode adquiri-las, em um único volume, que será lançado agora, na bienal.

(preço no estande: R$ 12,00 / preço promocional, direto com o autor: R$ 8,00)

Quando: dia 15 de Agosto de 2010, domingo, às 11h00min.

Local: Bienal do Livro de São Paulo (Pavilhão de Exposições do Anhembi); estande da Litteris Editora, rua K-53.

LANÇAMENTO DO LIVRO "DOIS EM UM"


Meu “projeto” mais recente é uma obra conjunta com minha esposa, que também escreve como hobby. No ano passado, nós dois fomos premiados no “I Prêmio Letrinhas Infantis”, promovido pela Editora Litteris. O resultado desta premiação veio através de um livro, que será lançado agora, na bienal. Uma produção “dois em um”. De um lado, em uma das capas, começa “Ciranda de Sonhos”, estória criada por mim. Do outro lado, “O Gato Xadrez”, de Marisa. Ilustrações de Rubens, cunhado dela. Em uma das capas... Adivinhe quem é? (...) Realmente, trata-se de uma obra familiar, feita com muito carinho.


CONFIRA !!!



Ademir Moreno Aguilar | Comente este texto (0)



06/07/2010 22:41

O CURSO MAIS IMPORTANTE

Somo todas as minhas notas até agora. Considero nota zero para a próxima prova. Nota zero porque pretendo deixar de fazê-la. Calculo a média: 7. Exato, cravado. É a nota que preciso. É o valor mínimo necessário para obter a aprovação no curso. Não é uma coisa exatamente certa, isto que estou fazendo. Mas é o que eu tenho que fazer. O motivo da ausência na aula e da não realização da prova, o motivo é forte. Para mim, pelo menos, é forte. É isso mesmo. Já está decidido. Faltarei na aula e não farei a prova, que ocorrerá durante esta aula. Está decidido e ponto final.

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

No carro, voltando do serviço, quando estou relativamente próximo de chegar, ligo para casa e aviso minha esposa:

– Estou chegando! Já estou entrando em São Caetano.
– Já?!? Você saiu mais cedo? A que horas você saiu?
– Saí o mais cedo que pude. Fiz 7h50min de serviço.

Então combino com ela para que eles me esperem. Vamos explicar melhor. Quem são eles? Esposa, filha (15 anos), filho (10 anos) e sogra. Esperar para o quê? Para irem ao evento que está motivando a minha falta no curso e na prova... Afinal, quero ir junto com eles. A situação merece. A família tem que estar reunida quando se vai para uma coisa assim.

Encerro a ligação e suspiro, satisfeito: “Ainda bem que o trânsito ajudou. Ainda bem! Falta pouco para eu chegar em casa. Falta pouco...”.

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Passo no posto, coloco 30 reais de gasolina. É a compensação por usar o carro do meu pai. Mas não devolverei agora; não dá tempo. Meus pais moram praticamente na mesma rua que eu moro; é bem perto. Mesmo assim, é melhor não devolver agora.

Chego em casa. Todos ansiosos, esperando-me no portão. Troca de veículos. O do meu pai entra na garagem, o meu daí sai para a rua, para levar toda a família, que é só expectativa de lá chegar...

E lá chegando, pergunto: “Pegaram a máquina fotográfica?”. Diante da negativa, chateado pelo esquecimento, resolvo consertar a situação. “Vou voltar”, é o que digo. Eles já estão aqui, e é isto que importa. Já podem ir pegando um lugar, enquanto eu volto e pego a máquina. Afinal, um evento assim não pode passar sem nenhuma fotografia.

Novamente em casa, não acho a máquina. Umas quatro ou cinco ligações para confirmar e reconfirmar o lugar – “Está em cima do sofá!”. E eu procuro que procuro e não encontro – e, na última ligação, fico sabendo do triste engano: a tal máquina está na bolsa da minha filha (...)

Então, volto para o evento. Chego a tempo. Ainda bem! Tudo acaba dando certo. Encontro a minha família em um bom lugar...

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

É hora de acabar com o suspense e falar logo porque estamos todos aqui reunidos.

É a formatura de meu filho. Mas não é uma formatura comum. Talvez tenha sido o curso mais importante que ele fez ou que fará em toda a vida. Um curso de prevenção contra as drogas, ministrado por voluntários da PM. Policiais que espalham sementes de resistência, dentro de um programa bem elaborado junto às escolas. Crianças e jovens que tomam conhecimento de todo o malefício proporcionado pelas drogas e, mais do que isto, que aprendem técnicas para não sucumbirem a este terrível mal.

Foi muito bonito ver, da arquibancada, a quadra repleta de crianças, de várias e várias escolas, todas elas, braços levantados, jurando em uníssono o juramento de resistência às drogas...

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Foi por isto que resolvi escrever sobre este acontecimento aparentemente comum. Para mostrar que atitudes como esta são iniciativas importantes, que devem ser ampliadas o máximo possível. E acho que não há melhor maneira de encerrar este relato do que contando o que meu filho falou para minha esposa. Mas primeiro tenho que dizer que todas as crianças tiveram que fazer uma redação sobre o curso. A melhor de todas foi homenageada durante a formatura. Além disto, as melhores de cada classe ganharam uma medalha, sendo que meu filho figurou neste grupo. Pois bem, então ele segurou sua medalha e disse para a mãe:

– Mãe, eu vou dar esta medalha para o meu filho, e vou falar assim para ele: “Filho, esta medalha aqui, o pai ganhou em um curso que ensinou a ficar longe das drogas. Fique com ela e também fique longe de tudo quanto é tipo de droga, como eu fiquei. E passe esta medalha para o seu filho, que passará para o seu neto, e assim por diante...”.

Ao contar-me estas palavras do nosso filho, minha esposa chorou.


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09/06/2010 17:49


Hoje este blog completa 3 anos de vida !!
São quase 18.000 acessos !!
Agradeço a todos vocês que prestigiaram o meu trabalho.
Que possamos continuar por muito mais tempo...
Que outros leitores possam juntar-se a nós.
É isso aí !!!


O LAGO E EU

Aqui, agora. Um lago à minha frente. Uns vinte minutos para escrever. É o tempo que me resta do almoço, antes de marcar o ponto. Bater cartão, registrar o tempo. Relógios e prazos nos sufocam cada vez mais. Mas aqui, com toda esta natureza me cercando, tenho a impressão que o tempo não existe...

Aqui, na verdade, o tempo existe de outra maneira. De vez em quando, cai alguma folha de alguma árvore. Cai porque tem que cair. Chegou o tempo. E os sons, os sons por aqui seguem um mesmo padrão. O som da hélice girando lá embaixo. Girando porque o motor a impulsiona. Girando para oxigenar a água... Outros sons sobrepõem este agitar das águas... Cigarra, pássaros, inseto, grilo...

Escreveria mais. Talvez ainda escreva... É que o meu tempo acabou. O relógio de ponto está me arrancando deste mundo em que parece só existir o presente. O eterno presente.

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Cá estou eu, aqui, de novo. Outra vez com o tempo contado para escrever. É sempre assim. Saio de uma correria, lá no serviço, onde parecemos malabaristas, fazendo vários, muitos pratos girarem sobre hastes, e não podemos deixar nenhum cair... Saio de lá, escravo do tempo, e venho para cá, ainda escravo.

Mas este tempo contado de que disponho para escrever, ah!, este tempo é diferente... Não pressiona, não sufoca, apenas flui...

As ondas na superfície do lago viajam, calmamente, até chegarem nas margens. A hélice que agita as águas é o nascedouro destas ondas... Hoje parece que está mais silencioso. Acho que é por causa do tempo, que esquentou...

Minha sombra, diante de mim, avisa-me que já está na hora. Quero ficar; mas não posso. Então tentarei levar um pouco desta paz, lá para o meu serviço... Pra ver se consigo fazer, mais tranquilamente, os pratos girarem. Mais tranquilamente, os pratos e eu.

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Hoje não há sombras. O tempo, um pouquinho frio. Antes de sentar neste banco de cimento, dois sabiás aqui estavam. Pensei que fosse macho e fêmea. Pedi licença para sentar. Voaram. Imaginei que ficariam por perto, mas olho ao redor, nas copas das árvores, e nenhum sinal deles...

Uma borboleta voa para baixo a para cima. Além da costumeira hélice que agita a água lá embaixo, ouço o motor de um cortador de grama. Diante de mim, agora aparece uma sombra. Sombra de mim mesmo. Eu escrevo e ela finge que escreve. A nuvem que aqui escondia o sol foi esconder o sol em outro lugar. Sons de latidos ao longe. Mais borboleta. Agora duas. Voando uma ao redor da outra. Revezando-se em uma dança aérea...

São recortes. Pequenas cenas dentro de um cenário maravilhoso!

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

Novamente, no mesmo lugar, cá estou eu. Lidando com a incapacidade das palavras em expressar toda esta natureza que me cerca...

Na minha frente, o mesmo lago. Ao meu redor, as mesmas árvores. Mas nada aqui parece igual. A gente nunca enjoa, sempre se deleita ao observar o belo; em cada ângulo, em cada cena. Isto tudo nos completa, recarrega as baterias.

Assim é o lago. E aqui estou eu. O lago e eu.


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28/04/2010 17:45

MISS LUCK

O nome já estava decidido antes da compra. Várias, muitas e muitas sugestões. No jantar, no carro, não importava onde a família estava reunida, qualquer lugar era lugar para perguntar qual o melhor nome para dar ao porquinho-da-índia. Meu filho era uma ansiedade só. Ouvia atentamente nossas ideias, também dava as suas e, quando achava que algum nome era bom, pedia para a mãe anotar. Assim foi durante alguns dias, quando então a criatividade familiar veio à tona. Gostei de “Azeitona”, sugestão dada por minha filha. Mas o irmão nem quis que ficasse registrado na lista das melhores ideias... E foi assim que ele decidiu; envolvendo a família toda, selecionando aquilo que mais lhe agradava e, por fim, riscando desta relação os nomes que não eram, segundo o seu ponto de vista, os melhores. Até que sobrou um: Luck. Sabia o seu significado em inglês. Acredito que isto pesou bastante em sua escolha de como chamar o seu próximo bicho de estimação.

Domingo de Páscoa, de tarde, shopping, loja de animais. Lá estávamos nós quatro, junto ao vendedor, olhando para a gaiola onde estavam uns quatro ou cinco porquinhos-da-índia. Outro momento de decisão. Meu filho ficou em dúvida entre dois. Por fim decidiu pelo marrom. Mas este era agitado, já dava para perceber. Então lembramos-lhe – eu, minha esposa e minha filha – que a escolha do nosso cachorro havia sido da mesma maneira e nos demos mal. Bate até uma culpa colocar a coisa assim desta maneira. Afinal, o nosso cão é muito bonzinho; só que, por outro lado, é agitado demais... Assim sendo, tentamos mudar sua decisão. “Escolhe o mais calminho. Assim vai dar pra você fazer mais carinho nele...”. E o “nele” na verdade era “nela”. Não era bem isso que ele queria; preferia macho. “Mas ela é tão bonitinha! Branquinha, olho rosa...”. Mais alguns momentos de indecisão e finalmente conseguimos convencê-lo. Luck agora não era só um nome.

Comprei todo o “kit porquinho-da-índia”. Foi inevitável. Tive que levar a gaiola, o recipiente para a ração, a própria ração (composta por dois pacotes, um de cada tipo, para serem misturados), o bebedouro, outro pacote com um produto para ser espalhado no “assoalho” da gaiola (cuja principal função é absorver a urina do animal) e, por fim, uma pequena pá plástica...

E assim levamos o pequeno ser para casa. Mais um habitante do lar, muito bem definido pela minha sogra: é um animal “quatro em um”. Tem corpo de rato, cara de coelho, pia como um pássaro e toma banho como um gato, pois fica se lambendo para limpar-se. Quanto aos “pios”, acontecem quando está com medo ou quando quer comer. Minha esposa já disse: “Mais um pra pedir comida! Já não basta o Bob, que me acha com cara de comida. Agora tem outro!”. É mais ou menos assim: ela se encarrega da alimentação, e eu, da brincadeira. De vez em quando pego Miss Luck e saio a andar pela casa. Seguro-a com as mãos, fazendo uma espécie de ninho, aconchegando-a junto ao corpo. Desta altura, que para ela deve ser equivalente a estar no décimo andar de um prédio, ela observa tudo com atenção. Não demoro muito no passeio, para não ser surpreendido por alguma necessidade básica... Apesar de ser “Miss”, não confio totalmente em sua educação. Mesmo porque coloquei-lhe este título mais pelo seu sexo do que pelos seus modos. Achei que esta maneira respeitosa de lhe chamar cairia-lhe bem...

Apesar do pouco tempo de convivência em nossa família, a simpática roedora já está marcando presença através de cenas e comportamentos peculiares... Onde já se viu? Trepar no pequeno vaso de barro onde colocamos a ração e aí ficar... Talvez seja porque não mobiliamos a gaiola com um sofá miniatura (...) Suas maneiras recatadas, parece que está sempre em meditação, as únicas coisas que se movem, quando muito, são os olhos ou a boca, mastigando ou ruminando algo... Ao mesmo tempo em que demonstra sempre muita atenção, aparentemente permanece em contínua vigília, nunca dorme.

Até agora só a vi uma vez com os olhos fechados. Ela estava dentro da gaiola, sobre a mesa da copa. Eu a observava através da janela aberta, por onde entrava a luminosidade e o calor do sol. Ruídos e conversas vindas do vizinho não lhe incomodavam. Acredito que foi por isto que pude me aproximar sem ser percebido. Já estava dormindo, embalada por estes sons externos que mantinham mais ou menos o mesmo padrão. Qualquer barulho que tivesse feito, com certeza se perderia entre outros. Parecia aproveitar o aconchego dos raios solares filtrados por um dia nublado...

É assim a nossa porquinha-da-índia... Quando colocada perto da gaiola aberta, voluntariamente logo volta para sua prisão. Já se acostumou com o cativeiro... Vejo-a agora, em minha lembrança, tranquilamente acomodada nas mãos do meu filho, enquanto minha esposa aplica o spray, um remédio para problemas de pele. Miss Luck fica quietinha. Boa paciente, com certeza. Com seus olhinhos rosa, que parecem duas pedras meio transparentes, meio brilhantes...

O vendedor disse-nos que a vida deles dura uns cinco anos. É estranho. Este tempo contado, como se fosse um prazo de validade, faz a gente já sentir saudades de tudo que está vendo e sentindo agora. Cinco anos passam muito rápido. É estranho... É possível sentir saudades do presente? Não importa. Vamos viver o momento. E neste exato instante, enquanto escrevo estas últimas linhas, ela me olha e mastiga. Depois mete a cabeça no vaso de ração e come sua comida... O que importa mesmo é que agora temos mais uma integrante em nosso lar. Uma nobre integrante: Miss Luck.


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RELAÇÃO DOS TEXTOS DESTE BLOG:
TÍTULO ..... DATA PUBLICAÇÃO
O livro foi lançado !!!.............17/08/10
"Ciranda de Sonhos" + "O Gato Xadrez"..........05/08/10
O curso mais importante.............06/07/10
O lago e eu.............09/06/10
Miss Luck...............28/04/10
Como montar uma boa empresa com elementos do mal........................03/04/10
Chegando em casa..10/03/10
Lei de Murphy aplicada aos concursos literários
Parte I - Dos problemas no computador, ventilador e editor.....................23/02/10
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O sonhador.............16/03/08
Lúcia sai correndo...02/02/08
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Era uma vez um leão.......................25/11/07
Manifesto...............10/11/07
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Conto instantâneo...12/10/07
"TUM".................... 30/09/07
Bem-te-vi...............15/09/07
Leucemia................02/09/07
A pomba.................18/08/07
Extinção.................05/08/07
Chamada a cobrar...21/07/07
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Paranapi... Será que... Acaba?.................. 23/06/07
A tortura................09/06/07
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